Canção do Amor Imprevisto – Mario Quintana.


Eu sou um homem fechado.
O mundo me tornou egoísta e mau.
E a minha poesia é um vício triste,
Desesperado e solitário
Que eu faço tudo por abafar.

Mas tu apareceste
com a tua boca fresca de madrugada,
Com o teu passo leve,
Com esses teus cabelos…

E o homem taciturno ficou imóvel,
sem compreender nada,
numa alegria atônita…

A súbita, a dolorosa alegria
de um espantalho inútil
Aonde viessem pousar os passarinho

(Talvez alguns de voces estão se perguntando o pq da
imagem de Bruna Lombardi. Bem a resposta; Mario Quintana,
sempre falava de seu “Amor Platonico”
por sua “Musa Inspiradora” Bruna Lombardi, e ela sabedora disso
sempre o tratou com esmerado carinho)

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