Último Voto.

Ai, inocente que eu adoro
de coração, enquanto espero.
Que a esta tímida ventura
se some o fogo do prazer.

Que chegue a hora, ò inocente
em que estas mãos, afinal livres
desatem a couraça inútil
de teu vestido e tuas anáguas.

E que fulguri, à luz discreta
da lamparina, nesta noite
teu corpo igênuo, que assalta
vendo-te a espera, meu desejo

E com meu beijo desenvolto
que vibre, na primeira noite,
tua carne outrora virginal
nupcial em fim, louvado seja!

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